25 de setembro de 2008

Zeitgeist

Depois do índice de popularidade do Lula chegar a 80%, o filme Zeitgeist é a segunda coisa que mais nos faz pensar sobre como as pessoas gostam de acreditar em fábulas. O filme vai ser lançado agora em outubro e não faço a menor idéia se entrará em cartaz no Brasil. Who cares? A internet resolve isso pra gente. Se vc tiver saco, assista a primeira parte (meia hora mais ou menos). Nem perca tempo com o resto do filme (parte 2 em diante). É só um Michael Moore piorado.



Sempre defendi que religião não se discute. Afinal, acreditar nisso ou naquilo é um direito que todos têm e é um pé-no-saco querer empurrar tudo aquilo que você acredita goela abaixo dos outros. Sempre imaginei que a discussão não deveria ser entre qual religião é "melhor" ou "pior", mais ou menos radical e outras bobagens, mesmo porque já ouvi tanta imbecilidade em conversas desse tipo que não tenho saco nem para relatá-las aqui nesse nobilíssimo espaço. A discussão realmente interessante e muito menos popular é aquela sobre a necessidade de religião, ou seja, por que diabos alguém tem que ter religião?

Tecnologia do pato

O bom e velho pato é o exemplo daquilo que se propõe a fazer muita coisa mas no fundo não faz nenhuma bem feita. Na água, o pato nada pior que um peixe. No ar, voa pior que um pardal. Na terra, anda pior que uma galinha e, no prato, tem sabor pior que o do frango. Que beleza!

Mesmo assim, parece que nos últimos tempos não há deficiência que o bom marketing não supere. E haja classe média fazendo fila pra comprar...

3 de setembro de 2008

Imbecilmente correto

Pra quê escrever se tem alguém que escreve exatamente aquilo que você pensa e com muito mais clareza que você? Esses dois post são excelentes. Leiam que vale a pena.

O primeiro é O crucifixo e a nudez do Rodrigo Constantino, sobre a Carol Castro, crucifixo, Playboy e a Igreja Católica.

O outro é Ser normal é muito chato do Doni, sobre o pé no saco que é essa onda do politicamente correto.

Isso me fez lembrar uma propaganda de carro que dizia que "se você também tem um cabeça diferente, deve dirigir o mesmo carro que eu". Traduzindo: "se você é um imbecil sem personalidade e sem visão crítica, vai comprar um carro super diferente pra ficar igual a todo mundo". É a escolha mais fácil porque aí você não corre o risco de errar, de ser taxado como anormal. Todo mundo tem, tá na TV, é normal, é bem aceito. Ó que belezinha: