Aí o tempo passa, sua cidade cresce, o trânsito fica um lixo e você se vê dirigindo casa-trabalho-casa todos os dias e não se dá conta que trabalha a 1.8km de casa e que leva 15 (quinze) minutos pra fazer esse trajeto nos horários de pico. Sim, e em linha plana. De bike levo 4 minutos, sem contar o prazer do exercício.
Tava enrolando muito pra fazer essa mudança mas no fim deu certo. Comprei uma nova (o quadro da Trek antiga ficou pequeno) e depois de 12 anos, voltei a pedalar e tô gostando pra caralho. A Gary Fisher é uma delícia de bike. Agora haja grana pra fazer uns upgrades nos componentes.
E você? Já considerou a possibilidade de trocar o carro pela bike, nem que seja só uma ou outra vez por semana? Vale a pena. O esforço é só no começo, pra sair da inércia. Depois você se acostuma e pedalar vira uma (boa) rotina.
Faça as contas das vantagens em trocar o carro pela bike:
Sugestões práticas:
- Compre uma bike boa (Trek, Scott, Specialized, Kona, GT, Gary Fisher, na faixa de R$ 1.500,00 pra cima; não economize)
- Comece pedalando pequenos trajetos pra se ambientar e entrar em forma aos poucos
- Se não gosta de ir sozinho, procure amigos pra pedalar junto (você tem amigos que pedalam, mas não sabe)

Um comentário:
Coisas como essas mostradas pelo vídeo é que dão força ao termo "downhill". Aliás, eu diria "fuckin' downhill" ou ainda "down the fuckin' damned hill, man"! O cara tem colhões ou o que?
Por enquanto eu tenho apenas feito caminhadas para deixar o carro em casa, mas pretendo arrumar minha bike e encarar as ruas. Veremos...
¡Abrazo, bebezón!
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