21 de agosto de 2008

Um carro a menos

Bons tempos em que fazia trilhas de bike todo fim de semana com os amigos (Light, Trilha do Túnel em Brigadeiro Tobias). Dar um pulinho até Piracicaba (200km ida e volta) parecia brincadeira. Depois dos 18 anos, você tira carta e quer mais é que a bike se foda. O carro é mais confortável, claro. E uma vez que você perde o hábito de pedalar, fica difícil voltar.



Aí o tempo passa, sua cidade cresce, o trânsito fica um lixo e você se vê dirigindo casa-trabalho-casa todos os dias e não se dá conta que trabalha a 1.8km de casa e que leva 15 (quinze) minutos pra fazer esse trajeto nos horários de pico. Sim, e em linha plana. De bike levo 4 minutos, sem contar o prazer do exercício.

Tava enrolando muito pra fazer essa mudança mas no fim deu certo. Comprei uma nova (o quadro da Trek antiga ficou pequeno) e depois de 12 anos, voltei a pedalar e tô gostando pra caralho. A Gary Fisher é uma delícia de bike. Agora haja grana pra fazer uns upgrades nos componentes.

E você? Já considerou a possibilidade de trocar o carro pela bike, nem que seja só uma ou outra vez por semana? Vale a pena. O esforço é só no começo, pra sair da inércia. Depois você se acostuma e pedalar vira uma (boa) rotina.

Faça as contas das vantagens em trocar o carro pela bike:



Sugestões práticas:
  • Compre uma bike boa (Trek, Scott, Specialized, Kona, GT, Gary Fisher, na faixa de R$ 1.500,00 pra cima; não economize)
  • Comece pedalando pequenos trajetos pra se ambientar e entrar em forma aos poucos
  • Se não gosta de ir sozinho, procure amigos pra pedalar junto (você tem amigos que pedalam, mas não sabe)
Pra saber mais:

Um comentário:

Fausto disse...

Coisas como essas mostradas pelo vídeo é que dão força ao termo "downhill". Aliás, eu diria "fuckin' downhill" ou ainda "down the fuckin' damned hill, man"! O cara tem colhões ou o que?
Por enquanto eu tenho apenas feito caminhadas para deixar o carro em casa, mas pretendo arrumar minha bike e encarar as ruas. Veremos...
¡Abrazo, bebezón!